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Uma Parceria de Sucesso - 6/3/2013

A ONG Parceiros Voluntários mobiliza 388 mil pessoas e já atua em 51 cidades gaúchas

 

Bem mais do que assistencialismo, quem se dedica ao voluntariado quer comprometimento, dedicação e troca de experiência. A coordenadora de Formação da Parceiros Voluntários de Porto Alegre, Rita Vargas, explica que a ação no Terceiro Setor é uma ação que requer responsabilidades, direitos e deveres. “Trata-se de um exercício de cidadania. É importante ter interesse, vontade de colaborar com uma organização”, resume enquanto cita atividades em que há maior demanda como o trabalho com crianças, idosos, pessoas com deficiência, atendimento médico, psicológico ou odontológico e recreação.

Criada há 16 anos, por iniciativa do empresariado gaúcho, a Organização não Governamental(ONG) Parceiros Voluntários tem por objetivo disseminar a cultura do voluntariado. No RS, o projeto está em 51 cidades gaúchas, com quase 388 mil pessoas mobilizadas. Em cada município, o trabalho é desenvolvido por meio de convênio firmado com instituições de classe, empresas, universidades e ONGs que já somam 2,8 mil organizações sociais, beneficiando mais de 1,5 milhões de gaúchos. Em parceria com o Sebrae, a ONG atuou no Amazonas, na Bahia e no Mato Grosso. “ Nossa missão é ajudar a desenvolver a aptidão que cada um possui para ajudar e levar esse auxílio para quem mais precisa. Muitas vezes as pessoas querem ajudar de alguma forma, mas não sabem bem como. Nós direcionamos, capacitamos, sempre lembrando que a ação não gera vínculo empregatício”, sintetiza Rita, ao destacar que toda pessoa com mais de 14 anos, que tenha vontade de disponibilizar tempo, conhecimento e emoção em prol da comunidade pode ser voluntário.

 É fácil ajudar

Para ser um parceiro voluntário é necessário ter, no mínimo, 14 anos de idade, dispor de três horas semanais para a atividade e ter comprometimento com o que pretende realizar. Todo voluntário passa por três etapas antes de iniciar a sua ação. O primeiro passo é participar de uma reunião de conscientização, a chamada RC. Nesse encontro, é apresentada a Parceiros Voluntários. Ocorrem ainda dinâmicas, de grupos que propiciam reflexão sobre o significado de se tornar um voluntário. A partir daí, a pessoa se cadastra e participa de uma entrevista individual, chegando a terceira etapa, o encaminhamento para a entidade de escolha do voluntário.

Novos Clics, Novas Vidas

Foi por meio do sonho do fotógrafo Marcelo Ruschel, 49 anos, e da esposa Luciane Barcelos,41, que, em 2000, o projeto WinBelemDon, que surgiu como uma homenagem ao torneio de tênis Winbledon, na Inglaterra, tornou-se realidade e tem mudado a vida de muitas crianças no Bairro Belém Novo, Zona Sul da Capital. No início, com recursos próprios, eles alugaram uma quadra de tênis abandonada do bairro para fazer o trabalho social. A partir da capacitação da Parceiros Voluntários com o Curso de Princípios de Transparência e Prestação de Contas em Organizações da Sociedade Civil, o projeto deu um salto de 40 para 103 participantes. As atividades acontecem no turno inverso ao da escola e envolvem jogo de tênis  outras diversas oficinas.

Fonte: Correio do Povo Edição Impressa

Data:02/03/2013

 



 
 
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